Baixar o flash para visualizar este flash.
 
Recuperar senha?
 
 
 
 
 
 
 
 
 

   Página Inicial
   O evento
   Programação
   Hospedagem
   Informações
   Mapas/GPS
   Regulamento
   Premiação
   Contrato
   Ficha de Inscrição
   Inscritos
   Lista de Espera
   Resultados

REGULAMENTO DO CIRCUITO BRASIL DE PARAPENTE – Etapa Águas da Prata

 

1. CONFIRMAÇÃO DE INSCRIÇÃO

1.1 - Hora/Data

Data: 01/04/2010(quinta-feira)

Horário: das 18hs as 21hs.

Local: ­­­­­­­­­­­­­­­­­­­será informado via mail para os inscritos

Obs.: Levar o GPS para upload dos waypoints

1.2 - Kit Pilotos

Os pilotos inscritos receberão um kit com camiseta do evento, mapa, adesivo de capacete e crachá de identificação entre outros.

1.3 – Abertura oficial

Será realizado dia 01/04/2010, às 20hs, em local a ser ­­­­­­­­­­informado via mail para os inscritos.

1.4 - Identificação dos Pilotos

O sistema de identificação será rigorosamentefiscalizado nos resgates, bem como na distribuição de kits e traslados de equipamento / pilotos a rampa, onde apenas o piloto inscrito poderá usar destes serviços, sendo obrigatório o uso do crachá. O numeral do capacete será distribuído durante a inscrição, sendo obrigatório seu uso.

1.5 - Inscrição                               

Pela Internet no site www.cicuitobrasil.esp.br

 

2. QG / TRANSPORTE / RAMPA

2.1 - QG

Será informado diariamente durante o briefing da prova, podendo ser adotado lugares diferentes para cada dia. É de responsabilidade do piloto tomar conhecimento do local escolhido para o referido dia.

2.2 - Translado de Pilotos

Os ônibus com destino a rampa sairão diariamente da “Praça Central” centro de Aguas da Prata.

Os ônibus iniciarão o translado a rampa entre o período de 09:00h e 10:00h, com a tolerância disposta no item 7.2 deste regulamento. Com a apresentação do crachá e dirigir-se a um dos ônibus. Durante a competição os transportes e resgates oficiais somente poderão ser utilizados pelos pilotos inscritos. É obrigatória a apresentação do crachá de identificação para acesso. Participantes que perderem a hora deverão contratar transporteparticular para se deslocar à rampa.

2.3 - Decolagem

É obrigatória a assinatura da lista de presença diariamente antes da decolagem.

Os equipamentos checados devem ser colocados atrás da linha demarcatória até o momento de decolagem. É obrigatório o uso do adesivo de identificação no capacete para entrar na área de decolagem. Os pilotos não inscritos não poderão decolar na hora que antecede a abertura da janela, até o fim da janela de decolagem (avise os amigos).

2.4 - Pouso e Resgate

É obrigatório o reporte de pouso em segurança na freqüência da organização. Caso o piloto não consiga se comunicar por rádio, deve reportar seu pouso em lista no QG da competição, imediatamente após chegar à cidade. Horários e locais de saída dos caminhões de resgate serão informados no briefing da prova do dia.

2.5 - Segurança

Haverá uma equipe de bombeiros, ambulância, UTI Móvel e médico na decolagem.

2.6 - Transporte de Equipamento

Apenas serão embarcados os equipamentos de pilotos inscritos na competição.

 

 

3. REGULAMENTO TÉCNICO

3.1 - Regulamento Operacional

3.1.1 - Regras de Tráfego Aéreo

Todos os competidores devem obedecer às leis e regras de tráfego vigentes no Brasil.

3.1.2 - Dano ao Parapente

Qualquer dano grave a um equipamento deve ser informado aos organizadores sem demora, e o equipamento pode ser então reparado. Quaisquer substituições devem obedecer rigorosamente às especificações originais. O Diretor de Prova pode permitir que o equipamento seja substituído (temporariamente ou permanentemente) por causa de danos, perda ou roubo. Neste caso, o equipamento só poderá ser substituído por um parapente de marca e modelo iguais ao original, ou um parapente de desempenho igual ou inferior, e da mesma classe de competição.

3.2 - Segurança de Vôo

3.2.1 - Comportamento Perigoso

É responsabilidade de todo piloto voar de maneira a manter a sua segurança pessoal e a de outros. O Diretor de Prova pode penalizar competidores que não observem esta regra, ou até mesmo excluí-los dos resultados. A organização, por motivo de segurança, se reserva no direito de excluir o piloto que julgar não possuir condições técnicas e físicas,para a participação da competição, bem como, estar utilizando equipamento que não condiz com sua habilidade e/ou tempode vôo.

 

 

3.2.2 - Capacete e Reserva

Todo piloto deve voar com um capacete e pára-quedas de emergência, em todos os vôos.

3.2.3 - Tráfego Aéreo

A decolagem, vôo e pouso devem ser feitos sempre se mantendo atenção aos outros pilotos.

Um parapente chegando a uma térmica deve girar na mesma direção que os que já estão nela, independente da sua altura.Todos os dias será informado no briefing o sentido de rotação da primeira térmica, que deverá ser obedecido por todos os pilotos.

3.2.4 - Vôo em Nuvens

É proibido voar dentro de nuvens. É caracterizado que um piloto voou dentro da nuvem quando ele ou qualquer parte do seu equipamento desaparece da vista dos pilotos próximos. O piloto que voar dentro de uma nuvem terá os seus pontos do dia zerados, mesmo que tenha demonstrado a intenção de não entrar na nuvem.

3.2.5 - Suspensão, interrupção e cancelamento da prova

O Diretor de Prova pode cancelar uma prova antes de qualquer competidor ter decolado, se as condições mostrarem-se perigosas como: variação, intensidade e direção de vento, possibilidade de precipitação(chuva), entre outros. Se a decolagem for suspensa apenas por um período de tempo, o Diretor pode recomeçá-la quando achar que as condições tornaram-se seguras. O Diretor de Prova pode suspender ou interromper uma prova após a decolagem de um ou mais pilotos, onde a continuação da prova colocaria em risco a segurança dos competidores. Se a prova for interrompida, o gol será fechado nesta hora, e a pontuação dos pilotos será determinada pela posição indicada no GPS na hora em que a prova foi interrompida.

3.2.6 - Lastro

O piloto pode carregar apenas lastro dispersível, na forma de água ou areia fina. Um piloto deve evitar alijar o lastro a qualquer momento em que possa afetar outros competidores ou o público em geral.

3.2.7 - Protesto

No ato da inscrição será levado ao conhecimento dos pilotos os membros da comissão de protesto, esta formada por 03(três) pilotos, e escolhidos pela Organização. Esta comissão será soberana e decidirá pela execução ou não do objeto protestado. Pilotos que julgarem ter sido prejudicado por outros pilotos, bem como pelo regulamento vigente, pode apresentar seu protesto à comissão, em formulário próprio, mediante pagamento de R$ 500,00(em dinheiro),em um prazo máximo de 02(duas) horas após a divulgação oficial do resultado provisório, sendo este valor devolvido, caso o protesto julgado seja considerado procedente.

 

 

3.3 - Provas

3.3.1 - Categoria Open, Serial, Sport e Feminino

3.3.1.1 Validade da Prova

Ocorrendo pelo menos uma prova, o CBP Águas da Prata será validado.

Tendo decolado um só piloto não mais serão aceitas alterações na prova.

3.3.1.2 - Briefings

Diariamente haverá um "briefing" em frente ao painel (mapa da prova), realizado pelo Diretor de Provas, o qual colocará os detalhes da prova do dia no quadro. É de inteira responsabilidade do piloto o seu conhecimento.

3.3.1.3 - Montagem do Parapente

Deverá ser criado e respeitado um setor de decolagem para cada rampa. O Juiz Geral e os Juizes de Rampa darão instrução para correta distribuição dos parapentes no setor de decolagem. Não é permitida a presença de pilotos na área de decolagem, salvo quando auxiliando a decolagem de outro. Fica determinado em 03(três) o número máximo de tentativas de decolagem. Após a terceira tentativa o piloto deve recolher o equipamento e se dirigir ao final da fila. O Diretor de Provas tem autoridade para penalizar em pontos o piloto que insistir em ficar no setor de decolagem em 10% da pontuação do dia, de forma cumulativa, em caso de reincidência.

3.3.1.4 - Sistema de Decolagem

Será o de "janela aberta" e deverão ser obedecidos os seguintes critérios:

A janela só será aberta pelo Juiz de Rampa, em condições supostamente seguras.

Os pilotos interessados em decolar deverão se apresentar ao Juiz de Rampa, manifestando este desejo, cabendo a ele a tarefa de compor a lista de decolagem, ou se assim preferir deixar que a decolagem transcorra livremente. A prova não será válida se nenhum piloto decolar. Cabe ao Juiz Geral estipular a hora de abertura da janela e a hora limite para que esta seja fechada, podendo haver prorrogação em caso de fechamento por motivo de segurança. A reposição do tempo de fechamento da janela, será correspondente a interrupção, sendo que as 16:00hs, ocorrerá o fechamento obrigatório da janela, tendo ou não sido cumprida a janela mínima. A prova só será válida se a janela mínima for cumprida(25% do tempo da janela).Só é permitida uma decolagem durante a abertura da janela, sendo que esta regra será fiscalizada por meio dos fiscais dedecolagem e/ou denúncia de outros pilotos.

3.3.1.5 - Distância Voada

Distância da prova é o menor caminho entre a decolagem e goal, considerando-se tangenciar os raios dos demais pilões das provas

3.3.1.6 - Comprovação de Vôo e Objetivos

A comprovação do vôo e dos objetivos executados será feita exclusivamente por GPS.

3.3.1.7 - Starting Gate

Para validar o seu início de prova o competidor deverá cruzar, após o horário de abertura do starting gate, o limite de um cilindro de raio e centro na coordenada informada no briefing, na direção indicada (saindo ou entrando). Para comprovar que o piloto estava dentro deste cilindro, o tracklog do seu GPS deve mostrar pelo menos 01(um) ponto dentro (ou fora) deste círculo.Será utilizado o fator Jump The Gun Factor estipulado diariamente para cada prova: Explicação: Jump the Gun Factor habilita o piloto a iniciar a prova antes que o start seja aberto, porém este será penalizado em seu tempo de vôo proporcionalmente à diferença de seu tempo de cruzamento do Start multiplicado pelo Indice estabelecido no fator Jump The Gun Factor. O raio do start poderá ser alterado diariamente pela comissão técnica.

3.3.1.8 - Pilões

Para comprovar que o piloto completou um pilão, o tracklog do seu GPS deve mostrar pelo menos um ponto dentro do cilindro do pilão seja qual for o raio do mesmo. Uma tolerância de 0.5% será aplicada no cálculo de distância de validação do pilão, para compensar as diferenças entre as fórmulas usadas no software do GPS e software de apuração. O raio do pilão poderá ser alterado diariamente pela comissão técnica. Por padrão este raio é de 400 metros. O Piloto deve entregar seu GPS sem pilões (particulares ou de competições anteriores) para inserção da identificação do piloto e dos pilões (waypoints) oficiais da competição.

3.3.1.9 - Gol

Por padrão, um cilindro de raio de 1000 metros será utilizado para a tomada de tempo final, e uma faixa física ou virtual, ou cilindro menor no centro da coordenada será adotado como Goal. Os pilotos devem obrigatoriamente cruzar esta faixa virtual ou física, ou entrar no cilindro menor para validar seus pontos de velocidade. No caso de faixa, na impossibilidade de se instalar a faixa física no local determinado, uma faixa virtual com prolongamento estabelecido pelo Juiz de Prova, partindo do centro da coordenada do goal e perpendicular ao último pilão da prova, será adotada como faixa. Não haverá Juiz de Pouso ou de Goal, sendo o cruzamento de faixa virtual ou cilindro comprovado somente através do tracklog do GPS.

3.3.1.10 - Pontuação

A pontuação do piloto será em função da performance relativa de todos. Será utilizado o GAP2007A, com 1000 pontos para o dia com qualidade igual a 1 mesmo não havendo piloto no goal, Usando pontos de distância, pontos por tempo, pontos por liderança e pontos por posição de chegada, utilizando-se o software de apuração de resultados FSCOMPE. O piloto que atingir o End oF speed Section mas não o gol terá seus pontos de velocidade zerados, quando o Goal for diferente do End of speed Section

3.3.1.11 - Juiz Geral

Pelo Juiz Geral e Organização serão escolhidas as provas, podendo para isso consultar a Comissão Técnica.

3.4. - Comissão Técnica

Pela Organização será formada uma Comissão Técnica para consulta em eventual necessidade.

3.5 - Comissão de protesto

Pela Organização será formada a Comissão de Protesto para julgamento.

 

 

4. UTILIZAÇÃO DO GPS

4.1 - Modelos aceitos

Apenas serão aceitos os modelos de GPS que gravem o componente de altitude no tracklog, tais como os aparelhos das marcas Garmin, Aircotec, Brauniger, Logger, Loggit, Tracklogger, MLR, Compeo, Flytec, Flymastere Digifly. Pilotos com GPS da marca Garmin, Brauniger, MLR, Flytec, Flymaster e Aircotec não necessitam trazer seus cabos de comunicação. Pilotos que tenham outros modelos deverão trazer seus cabos na marcação de vôo. Quaisquer outros modelos deverão ser apresentados previamente ao apurador da competição no ato da inscrição, que poderá ou não permitir a sua utilização para comprovação de vôo.

4.2 - Validade dos dados

Para ser considerado válido, o tracklog do GPS deve satisfazer as seguintes condições:
Deve conter o percurso completo do piloto na prova, sem interrupções maiores que 900 segundos e em um número máximo de uma interrupção. O Piloto deve limpar o tracklog todos os dias nos modelos de GPS GARMIN e MLR antes de decolar. Todos os pontos devem apresentar marcação de data e hora válidas e consistentes com os demais pontos. São considerados pontos contínuos aqueles que não têm mais do que 30 segundos de diferença ao seu antecessor.

4.3 - Critério de checagem

O tracklog deve mostrar, para cada pilão e para o start gate, pelo menos um ponto dentro de um cilindro do raio definido, e com centro na coordenada fornecida pela organização. Os raios de start gate e waypoints serão definidos na prova do dia, podendo variar de uma prova para outra.

4.4 - Cálculo da distância voada

Distância da prova é o menor caminho entre a decolagem e goal, considerando-se tangenciar os raios dos demais pilões das provas

4.5 - Critério de Desempate

Adotando como referencia a última prova válida, e assim retroativamente se o empate persistir

  • Em caso de goal, quem chegar primeiro.
  • Não havendo goal, quem fizer a maior distância

 

 

 

5. PROGRAMAÇÃO

Quinta Feira (01/04/10)

18:00hs Início das Inscrições e Credenciamento

20:00hs Confraternização Geral do CBP – Etapa Águas da Prata

Sexta Feira (02/04/10) à Sábado (03/04/10)

Início da Competição

09:00h as 10:00h Saída dos ônibus para a decolagem

20h00 Término do horário para reportar o pouso*

18h00 às 21h00 marcação dos vôos.

21:00hs do dia 03/04/2010, premiação em local a ser informado durante a competição.

O local de marcação do Vôo será informado diariamente no briefing da prova.

É de responsabilidade do piloto o seu conhecimento.

 

 

6. PREMIAÇÃO

6.1 - Categorias

Serão premiadas conforme classificação geral de cada categoria:

Categoria Sport

Concorrem equipamentos DHV-LTF 1, 1-2 e 2.

Não, concorrem equipamentos 2-3 e de Competição

Categoria Serial

Concorrem equipamentos DHV-LTF 1, 1-2, 2 e 2-3

Não, concorrem equipamentos de Competição

Categoria Open

Concorrem equipamentos DHV-LTF 1, 1-2, 2, e 2-3 e Competição

Categoria Feminino

Concorrem mulheres em equipamentos DHV-LTF 1, 1-2, 2, e 2-3 e Competição

(Obs: Os três primeiros das categorias acima receberão troféus)

6.2 - Premiação em dinheiro

Na etapa Águas da Prata, receberão premiação em dinheiro (R$ 500,00 para cada) pilotos das categorias Serial e Open que chegarem em primeiro lugar no goal. Este valor será para todos os 2 três dias de prova.

6.3 - Descarte

Não existe descarte para a competição, sendo que o resultado é formado pela somatória dos pontos obtidos nas provas válidas.

6.4 - Entrega de Prêmios

O prêmio (dinheiro e troféu) será entregue apenas ao piloto presente a Cerimônia de Premiação, não cabendo ao mesmo qualquer tipo de reivindicação futura do mesmo.

 

7. DISPOSIÇÕES GERAIS  

7.1- No ato da inscrição, os pilotos poderão ter checado e solicitadas informações referente DHV (classificação) do equipamento.

7.2- Não existirá tolerância no horário determinado para saída dos ônibus. Os pilotos que perderem o transporte de Translado, deverão utilizar transporte particular, para acesso a rampa.

7.3- No Ônibus/Van de resgate, existirá uma lista com os pilotos inscritos. Não será permitido o acesso de pilotos free fly nos veículos de translado e resgate.

7.4- É obrigatória a marcação de vôo diariamente, independente da colocação, sucesso, ou resultado obtido pelo piloto durante o dia de competição. A não marcação do vôo acarretará em uma penalidade/perda no valor de 20% dos pontos ao resultado final da competição.

7.5- A Organização se reserva no direito de excluir qualquer participante que esteja interferindo no bom andamento da competição.

7.6- Diariamente é informado no quadro de prova os locais de marcação de vôo, bem como a prova do dia. É de responsabilidade do piloto, tomar conhecimento de possíveis alterações que podem ocorrer nos dias de competição. Não se deixe levar por informações de terceiros. As informações corretas são as contidas no quadro de prova.

7.7- Ficando comprovado que algum piloto emprestou, cedeu ou deixou piloto não inscrito como portador de seu crachá de identificação, com o intuito de ludibriar a fiscalização, o mesmo perde 20% dos pontos ao resultado final da competição.

7.8- É obrigatório o uso do adesivo de identificação (numeral) no capacete, sendo este, a credencial para acesso a área de decolagem.

7.9- Diariamente, somente apague seu tracklog após a divulgação oficial dos resultados, e antes do início da próxima prova do dia.

7.10- A partir do primeiro dia de prova válida a Organização pode estabelecer um critério de decolagem favorecendo e priorizando a decolagem dos primeiros 20(vinte) pilotos do Ranking Nacional vigente. A partir do segundo dia de prova, o critério de escolha para a preferência de decolagem passará a ser o resultado da competição corrente , e assim sucessivamente até o final da competição, dando sempre prioridade as 20(vinte) primeiros colocados.

7.11- Todos pilotos devem ingressar na área de decolagem pelo portal de acesso, dando seu número de inscrição. O não cumprimento desta regra, será considerada falta grave, resultando na perda dos pontos obtidos no respectivo dia da inflação.

7.12- É de inteira responsabilidade do piloto, tomar conhecimento de qualquer alteração das provas, seja ela de percurso e/ou horários. Havendo alteração, esta será feita no Quadro de Prova e no sistema de som da competição.

7.13- Não é permitida a Transferência de Inscrição (titularidade) por meio de, venda, doação ou qualquer comércio. O piloto desistente pode utilizar a inscrição para aproxima edição do evento, desde que informe oficialmente este com 30 dias de antecedência ao início da competição.

7.14- Não poderá apresentar protesto e/ou servir de testemunha piloto(s) cujo GPS não tiverem em seus registros, o histórico de altitude em vôo, motivo do protesto. O piloto deve solicitar o formulário junto a organização, preenchendo este com dados que comprovem a sua presença na área da infração, objeto de seu protesto como: Waypoint(Mark) do local, foto digital, filme entre outros.

7.15- A perda do Crachá deve ser informada imediatamente a organização.

7.16- Os participantes devem respeitar os horários estabelecidos neste regulamento para garantir o bom andamento dos trabalhos.

7.17- A prova pode ser cancelada por motivo de chuva, e ou frente fria, sem a necessidade de ser executado o translado dos pilotos a rampa, ou seja, pode ser cancelada na cidade ou QG da competição.

7.18- Fica impedido de participar da competição, pilotos que estejam cumprindo pena de suspensão aplicada pelo CGVL e/ou Associação Nacional.

7.19- Após o pouso o participante deve reportar sua localização a Coordenação do Resgate.

7.20- Por motivo de segurança, todos os pilotos devem voar com o rádio na freqüência da organização.